VERÃO - FÉRIAS

VERÃO  -  FÉRIAS

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL

A TODOS QUANTOS ME VISITAM, DESEJO QUE ESTA QUADRA NATALÍCIA VOS TRAGA TUDO AQUILO QUE MAIS DESEJAM, PRINCIPALMENTE SAÚDE, PAZ E ALEGRIA.




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PENSAMENTO!!!!!!!

QUANDO OS SÓCRATES FOREM APENAS FILÓSOFOS;

OS ALEGRES APENAS CRIANÇAS;

OS CAVACOS APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS;

OS PASSOS APENAS OS DE DANÇA;

OS LOUÇÃS APENAS ERROS ORTOGRÁFICOS;

OS JERÓNIMOS APENAS MONUMENTOS NACIONAIS

E PORTAS SÓ DE ABRIR E FECHAR...

VOLTAREMOS A SER FELIZES!!!!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CURTO, BONITO E SÁBIO

Conta-se que, no século passado, um turista americano foi à cidade do
Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito
simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente,
e esquecem-se de ser felizes."

NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...


SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA.

domingo, 13 de novembro de 2011

Massacre em Timor-Leste






Relembrou-se o dia 12 de novembro de 1991, quando em Dili mais de duas mil pessoas se reuniram numa marcha até ao cemitério de Santa Cruz, para prestarem homenagem ao jovem Sebastião Gomes, morto em outubro desse ano por elementos ligados às forças indonésias.
No cemitério, militares indonésios abriram fogo sobre a multidão e, segundo números do ‘Comité 12 de Novembro’, 74 pessoas foram identificadas como tendo morrido no local e 127 morreram nos dias seguintes no hospital militar ou em resultado da perseguição das forças ocupantes. Este massacre causou indignação em todo o mundo e os relatórios de outros crimes eram inúmeros. Em 1996, o Prémio Nobel da Paz foi atribuído a dois homens do Timor-Leste, Carlos Filipe Ximenes Belo e José Ramos-Horta, pelos seus esforços em curso para acabar com a ocupação pacificamente. Uma votação em 1999 para determinar o futuro do território resultou numa esmagadora maioria a favor da independência e, em 2002, Timor-Leste tornou-se uma nação independente. Estima-se que a ocupação custou mais de 100 000 mortes no território, para uma população de menos de um milhão de pessoas.

FEIRA DA CASTANHA

No pretérito dia 04 de novembro, a convite da junta de freguesia de S. Pedro de Castelões, todas as EB1 e jardins de infância desta freguesia, participaram na já tradicional festa da castanha. Foi um momento de alegre e ordeira confraternização entre todos os alunos, professores e assistentes operacionais que todos os dias trabalham nestes estabelecimentos de ensino. Depois da barriga cheia de castanhas, deslocaram-se até à sede da junta da freguesia para admirar os diversos trabalhos expostos e que foram elaborados apenas pelos alunos dos jardins de infância do Covo e Cavião e as EB 1 de Covo e Macinhata. Realmente foi pena a fraca adesão na elaboração de trabalhos para expor, quando sei que em todos os estabelecimentos de ensino se fazem coisas muito bonitas. Mas ... enfim!

Estes mesmos trabalhos estão agora expostos na sede do agrupamento.

DIA DA ALIMENTAÇÃO

Em todos os estabelecimentos de ensino do nosso agrupamento se comemorou o dia da alimentação das mais variadas formas. Desde a confeção da salada de fruta, espetadas de fruta, compotas dos mais variados frutos, visionamento de filmes relacionados com o tema, feirinhas sempre muito concorridas até à desfolhada.

Parabéns a todos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

DIA DE TODOS-OS-SANTOS

Na Igreja Católica, o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 1 de novembro e o de "Finados" no dia 2 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigir igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
Em Portugal, no dia de Todos-os-Santos, as crianças saiam à rua e juntavam-se em pequenos bandos para pedir o pão por deus de porta em porta. As crianças quando pedem o pão-por-deus recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano. Esta tradição teve origem em Lisboa em 1756 (1 ano depois do terramoto que destruiu Lisboa). Em 1 de novembro de 1755 ocorreu o terramoto que destruiu Lisboa, no qual morreram milhares de pessoas e a população da cidade, que era na sua maioria pobre, ainda mais pobre ficou.
Como a data do terramoto coincidiu com uma data com significado religioso (1 de novembro), de forma espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do terramoto, a população aproveitou a solenidade do dia para desencadear, por toda a cidade, um peditório, com a intenção de minorar a situação paupérrima em que ficaram.
As pessoas percorriam a cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E as pessoas pediam: "Pão por Deus".
Esta tradição perpetuou-se no tempo, sendo sempre comemorada neste dia e tendo-se propagado gradualmente a todo o país.


A partir dos anos 80 do século XX, a tradição foi gradualmente desaparecendo e, atualmente, raras são as pessoas que se lembram desta tradição.


Receita de Pão-por-Deus


1kg de puré de batata
1kg de farinha
750g de açucar
4 ovos
150g de manteiga
raspa de limão
frutos secos a gosto
erva doce ou canela
fermento


Cozer as batatas e reduzi-las a puré. Misturar o açúcar, a farinha, os ovos, o sal, a erva doce e o fermento. Amassar muito bem. Por fim juntar o recheio (passas, nozes, etc...). Moldar os bolinhos, pincelar com ovo batido e levar a cozer no forno.



Deixamos ainda duas quadras que era costume recitar quando se pedia o "pão por Deus":


Lá vai o meu coração
Sozinho sem mais ninguém
Vai pedir o Pão-por-Deus
A quem quero tanto bem

Pão por Deus
Que Deus me deu
Uma esmolinha
Por alma dos seus.