sexta-feira, 22 de junho de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
INDEPENDÊNCIA DE TIMOR
Timor Leste (oficialmente chamado de República Democrática de Timor -
Leste) é um dos países mais jovens do mundo e ocupa a parte oriental da ilha de Timor no Sudeste
Asiático, além do enclave de Oecusse Ambeno, na costa
norte da parte ocidental de Timor, da ilha de Ataúro, a norte, e do ilhéu de Jaco ao largo da ponta leste da ilha. A sua capital é Díli,
situada na costa norte.
Conhecido no passado como Timor Português, foi uma colónia portuguesa até 1975,
altura em que se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três
dias depois. Permaneceu considerado oficialmente pelas Nações
Unidas como
território português por descolonizar até 1999.
Em 30 de agosto de 1999, cerca de 80% do povo timorense
optou pela independência num referendo organizado pela Organização das Nações Unidas.
A língua mais falada em Timor-Leste era o indonésio no tempo da ocupação indonésia, sendo
hoje o tétum (mais falado na capital). O tétum e o português formam as duas línguas oficias do
país, enquanto o indonésio e a língua inglesa são consideradas línguas de
trabalho pela atual constituição de Timor-Leste.
Data da independência – 28 de Novembro de 1975; Fim da ocupação indonésia – 20 de maio de 2012.
De acordo com fontes antropológicas, a ilha já se
encontrava habitada por um pequeno grupo de caçadores e agricultores por volta de 12000 a.C.
A abundância de madeira de sândalo,
mel e cera de abelhas na ilha, atraiu a
atenção de comerciantes da China, esporadicamente a partir do século VII. Por volta do século XIV, os habitantes de Timor
pagavam tributo ao reino de Java.
O nome Timor provem do nome dado pelos Malaios à Ilha onde está situado o país, Timur, que significa Leste. A formação do comércio
local esteve na origem de casamentos com famílias reais locais, contribuindo para
a diversidade étnico-cultural.
A colonização europeia
O primeiro documento europeu conhecido que fala
da ilha é uma carta de Rui de
Brito Patalim a D. Manuel I de Portugal, datada de 6 de Janeiro de 1514,
na qual são referidos navios que tinham partido para Timor. sexta-feira, 18 de maio de 2012
ANIVERSÁRIO DA APDC 12 DE MAIO DE 2012
HISTÓRIA DOS TEATROS
I
Comemora-se mais um aniversário
Em que o grupo iniciou o fadário
No mundo da representação.
Quem houvera de dizer
Que eu iria pertencer
A esta organização?
II
O Alberto, nosso encenador,
Desta arte, ator e escritor,
Grande grupo ele juntou.
Foram tantos os atores!
Tornando-se os iniciadores
Deste grupo que proliferou.
III
02 de Julho de 1993
Representada pela primeira vez
Na igreja, mesmo no adro.
Por quatro quadros era formada
Muita gente a integrava
Chamava-se: A História do Teatro.
IV
O
Bobo, Pantomina, Trovador,
Mensagem, tudo a rigor,
E o frio que não parava!
Mas ninguém o pé arredou
E toda a noite ali ficou
Para ver como aquilo acabava.
V
No cinema representamos
Casa cheia, testemunhamos,
Com esta e outras representações.
“A
Boca e a Dona”, “A Feira”,
“No
Lavadouro da Minha Aldeia”
De Tono Chisca, as confissões.
VI
“Os
Fantasmas”, peça infantil,
“Maria
da Graça” logo a seguir,
“A
Revolta da Terceira Idade”.
Peça das mais representadas
Foi uma das mais elogiadas
Cheia de alegria e criatividade.
VII
Viagens
Medievais, desde a primeira,
Na Feira, Aveiro, S. João da Madeira,
Representações sem igual.
Estivemos no Porto, Museu Militar,
Os seus 20 anos comemorar,
Com uma Feira Medieval.
VIII
Diabruras
de Cambra, teatro de rua,
Onde a verdade nua e crua
Em
Por acaso… Gaita, foi apresentada.
Adelino Tavares, o comendador,
Homenagem feita a este senhor
E na zona pedonal representada.
IX
Em festas de Natal participamos
Ratinha
Vaidosa, mostramos
Também o Pasteleiro Guloso.
Que
loucura, Há Vinho ou Não?
Palhaços
até mais não!
O
Hipnotizador Convencido, famoso.
X
Deus
lhe Pague, João Ninguém,
Dois
Amigos sem Juízo também
Até a Bruxa Doidivanas.
O
Traje Através dos Tempos
Originando hilariantes momentos
Mostrando vestimentas levianas.
XXI
Em Guilhovai e Carregosa,
Fizemos representação airosa
Macinhata da Seixa, participativa.
Santa Maria da Feira, viagens
medievais,
São recordações das
jornadas teatrais
Das nossas representações, elucidativa.
XXII
Quase meio mundo corremos!
Pelo TEATRO, tudo faremos,
Para, em frente, continuarmos.
Ao público retribuímos
Na APDC o apoio sentimos,
Uma família nós formamos.
|
XI
Senhora
da Saúde, bela romaria,
Em que o grupo, pleno de alegria,
Se deslocou a pé até à serra.
O
Gato, espetacular comédia,
O
S. Macário, uma tragédia,
E O
Manel da Gandra vai p’ra Guerra.
XII
Os
Jograis nos 50 anos da Progresso,
Os
Dois Nenés, com notável sucesso,
D’Os
Três Santos Populares, o que dizer?
Peça que tanta exaltação provocou
E tantas
discussões animou
Porquê? Vá-se lá saber!
XIII
No Trebilhadouro
demos uma mãozinha
De
Arroios era a Maluquinha
O Tio Rico:
uma comédia também.
Palco
da Vida – sua apresentação
No Centro Cultural, uma multidão,
E o livro de poesia: Alguém.
XIV
A
Cabeça do Profeta ou Salomé!
O
Mar que hoje ainda é
Foi um drama espetacular.
Monólogos e outros que tal
Operação
Cirúrgica, festas de Natal,
Momentos de alegria proporcionar.
XV
Quadros
D’Outrora, as vivências,
De quem queria viver de aparências
À
moda antiga as desfolhadas.
Queimas
do galhofeiro evocamos
Costumes antigos lembramos
Em demonstrações animadas.
XVI
Deslocámo-nos às instituições
Alegrando os corações
De tantos e tantos velhinhos!
Também divertimos muitas crianças
Com palhaços e outras andanças
Nos seus rostos vimos sorrisinhos.
XVII
Mais recente, Ressonar a Dormir,
E
Castigo da Vida a seguir
As derradeiras representações.
Mas já começamos a treinar
Nova peça para apresentar
As nossas novas figurações.
XVIII
Durante todos estes anos
Muitas peças representamos
Deslocámo-nos a tanta povoação!
Roge, Santa Cruz, Junqueira,
Trebilhadouro, Cepelos, Macieira,
Arões, Baralhas, Codal e Cavião.
XIX
ACR, cinema, Vila Cova de Perrinho
Bombeiros, em qualquer cantinho,
Até mesmo no “estrangeiro”!
Porto, S. João da Madeira,
Chave, Arouca e Oliveira,
Até chegámos a ir a Aveiro.
XX
Fomos à Murtosa e Ovar,
Sever do Vouga e Gondomar,
S. Félix da Marinha, também.
Torrão do Lameiro, uma alegria,
Válega, Pindelo, que simpatia!
Pinheiro da Bemposta, quase ninguém!
XXIII
PARABENS à nossa Associação
21 anos já lá vão
A cultura divulgando.
Muitos mais nós esperamos
Venham os desafios! Nós cá estamos,
Esta arte, a vós, apresentando.
|
domingo, 6 de maio de 2012
DIA DA MÃE
O Dia da Mãe é uma data comemorativa que, atualmente
em Portugal, se celebra no primeiro domingo do mês de maio.
Em Portugal,
o Dia da Mãe chegou a ser celebrado a 8 de Dezembro, mas passou a ser celebrado
no 1º domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo.
A data é uma
homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos
pelas suas mães.
No Dia da Mãe, os filhos costumam organizar e oferecer surpresas às suas
mães, para lhes mostrarem o quanto gostam delas e para agradecer todo o empenho
e dedicação destas ao longo dos anos
Esta comemoração é diferente consoante o país onde tem lugar. Assim, na
Inglaterra é no quarto domingo da Quaresma. No Brasil, Áustria, Alemanha, Itália
– 13 de maio, nos Estados Unidos – 9 de maio, na
Grécia - 07 de abril, no Paraguai - 15 de maio, na Polônia - 26 de maio e no
Panamá - 8 de dezembro. Outros países há em que a data não é fixa, como
por exemplo na França que é no último domingo de maio, na Argentina no terceiro
domingo de outubro e no Líbano e na Palestina no primeiro dia da primavera.
Origem do Dia da Mãe
Remonta às
comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e
Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe
dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250
anos antes do nascimento de Cristo.
terça-feira, 1 de maio de 2012
O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo. Em 1886, realizou-se uma manifestação de
trabalhadores nas ruas de Chicago, nos Estados Unidos da América. Essa
manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho
para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia
teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3
de Maio houve um pequeno
levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de
alguns manifestantes. No dia seguinte,
4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto
pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de
uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar
os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a
multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889,
a segunda Internacional
Socialista reunida em Paris decidiu convocar anualmente uma
manifestação com o objetivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data
escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando
na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como
um dia de luta dos trabalhadores. Meses depois, a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia
internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado
francês ratifica o dia de 8 horas
e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado
nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Dia
do Trabalhador em Portugal
1º de
Maio na cidade do Porto
Em Portugal, só a partir
de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a
comemorar livremente o Primeiro
de Maio e este passou a ser
feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era
reprimida pela polícia.
O
Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com
manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela
central sindical CGTP-IN (Confederação
Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto,
assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).
No Algarve, assim como na Madeira é
costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas na
região.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
LIBERDADE
I
Liberdade! Liberdade!
Que tão cheia de vontade
Te dignaste aparecer!
Era mesmo oportunidade
Conseguir a igualdade
Que estávamos a merecer.
II
Todos numa irmandade
Buscando mesmo verdade
Sem nada nem nunca temer!
Era esta solidariedade
E mais a fraternidade
Que parecias oferecer.
III
Mas tão cheia de vaidade
Deixaste passar a mocidade
Começaste a decrescer.
Nem te lembraste da idade!...
Nem de toda a promiscuidade!...
Acabaste por desfalecer!....
IV
E que grande essa maldade
Que espalhaste pela cidade
Pensando que ias vencer!
Só pensavas na eternidade!...
Nem um pouquinho de bondade!
Estiveste quase a morrer.
V
Mas tiveste a amizade
E toda a disponibilidade
Que sempre se pode ter.
Arranjaste a capacidade
Contra toda a adversidade
Pedindo para não sofrer.
VI
Passou mesmo a ruindade
Perante tal enormidade
Que é conseguir viver.
Ai! Liberdade!... Liberdade!...
Pensa nesta imensidade
E começa a renascer!...
terça-feira, 24 de abril de 2012
25 de abril de 1974 – DIA DA LIBERDADE
A Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, que teve lugar no dia 25 de Abril de 1974,
que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, que vigorava desde 1933. Era o chefe do governo o Dr. Marcelo
Caetano, que substituiu o Dr. Oliveira Salazar em 1968, por incapacidade
deste, na sequência de uma queda de uma
cadeira. O presidente da república era o almirante Américo Tomás. A implantação
de um regime democrático deu-se
com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.
Este golpe, normalmente
conhecido pelos portugueses como 25
de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais que
tinham participado na Guerra
Colonial e que foram apoiados por
oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários.
Após o golpe foi criada
a Junta de Salvação Nacional,
responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo
Provisório e respectiva orgânica. Assim, a 15 de Maio de 1974 o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O
cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino
da Palma Carlos.
Seguiu-se um período de grande agitação social, política e
militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso),
marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e
confrontos militares, apenas terminado com o 25 de Novembro de 1975.
No dia 24 de Abril de 1974, o grupo de militares é comandado
por Otelo Saraiva de Carvalho .
Às
22h 55m é transmitida a canção E
depois do Adeus, de Paulo de
Carvalho, pelos Emissores
Associados de Lisboa. Este é um dos sinais previamente combinados pelos
golpistas, que desencadeia a tomada de posições da primeira fase do golpe de
estado.
O
segundo sinal é dado às 0h20 m, quando a canção Grândola, Vila Morena de José
Afonso é transmitida pelo
programa Limite, da Rádio Renascença.
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